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Pesquisa de Clima Organizacional como base para as empresas

Altas vendas, lucros e reconhecimento, isso tudo é o que empresas normalmente buscam para seu funcionamento. Estes fatores, porém, são apenas a ponta do iceberg para que o empreendimento tenha bons resultados. Para uma empresa funcionar, é preciso que todas as engrenagens estejam girando, ou seja, é necessário que haja uma harmonia entre os membros.   


Essa sinergia faz parte do clima organizacional, que é a percepção dos funcionários sobre a empresa em diversos aspectos. Quando se trabalha muito tempo num mesmo lugar, imergimos nele de tal forma que podemos acabar nos questionando pouco, por estarmos acostumado com a maneira como as coisas funcionam. Logo, o conjunto ambiente, estrutura e cultura passa a afetar as condições de trabalho de todos.  


Cada vez mais as empresas precisam ter uma visão sistêmica para conseguirem lidar com problemas complexos que surgem. Ou seja, as adversidades raramente são lineares como mau desempenho de uma equipe ou dos membros. Dessa forma, o papel da visão sistêmica é entender que existem causas e fatores múltiplos e interdependentes para cada situação, logo, é necessário compreender a organização da empresa em questão a fundo para resolvê-los.  


Para evitar que chegue nessa situação, as empresas deveriam manter uma gestão de clima​. Ou seja, uma forma de pensar e avaliar o espaço da empresa e seu funcionamento. Essa gestão envolve as seguintes etapas:​ pesquisa de clima organizacional​ (PCO), a identificação de problemas, a elaboração de planos de ação e o acompanhamento desses planos. 


A PCO é primordial 

Essa primeira etapa é primordial por ser a responsável por criar uma base de informações sobre como está o ambiente. Ela é realizada anonimamente, a fim de deixar os membros mais à vontade para serem sinceros na exposição da opinião deles. Além disso,também é importante para que o cliente receba um resultado mais transparente sobre o andamento da empresa.  

Não há um roteiro específico para a pesquisa, ela é feita a partir das demandas da empresa. O processo se inicia com uma conversa com algumas pessoas que desempenham funções diferentes, a fim de entender os ​gaps estruturais e as necessidades do cliente.  


São realizadas perguntas para analisar, por exemplo motivação, ambiente de trabalho, benefícios e remuneração, além das relações entre membros. Após as entrevistas, a equipe compila os dados obtidos e faz cruzamentos e relações de acordo com o objetivo traçado no início. Ao conversar com o cliente, é iniciado o processo de elaboração dos planos de ação. 


O principal objetivo da PCO é fornecer insumos para que os membros reflitam e problematizem ​a empresa​, a fim de criar hipóteses para serem desenvolvidas sobre as causas dos problemas ou possíveis melhoramentos. A partir delas, começa-se a elaborar os ​planos de ação​.  ​

Esses planos geralmente envolvem indicadores, que são mensuráveis, como redução de taxa, de despesa, metas de venda, redução de perda de estoque, etc. Os quais devem ser acompanhados até a PCO seguinte.   


É muito importante frisar que essa pesquisa não deve ser algo pontual em momentos de crise na empresa. A ideia é que seja algo recorrente, para gerar uma base de dados para a empresa e realmente acompanhar os planos determinados.   

Na Empresa Júnior PUC-Rio, realizamos periodicamente a pesquisa de clima organizacional, para aprimorarmos nossa empresa. Além de nos ser uma ferramenta interna, também ​oferecemos esse serviço​, que é realizado por membros da área de ​Processos​, responsável por estudar e estruturar processos.




– Júlia Bechara

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